| 000 | 02064nmc a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 005 | 20260520140257.0 | ||
| 008 | 260224s xxu | ||
| 100 | 1 | _ados Santos, Patrícia C. | |
| 100 | 1 | _aSeidl, Peter R. | |
| 100 | 1 | _aBorschiver, Suzana | |
| 111 | 2 | _aRio Oil & Gas (2006 sept. 11-14 : Rio de Janeiro, Brazil) | |
| 245 | 0 | 0 | _aDESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DE UMA REFINARIA PETROQUÍMICA NO BRASIL |
| 300 | _a7 p. | ||
| 520 | _aA demanda global por insumos petroquímicos, principalmente pelas olefinas leves (eteno e propeno), superou as rotas convencionais de suprimento ("Steam Cracker"). Assim, várias empresas de engenharia na área de petróleo optaram por direcionar esforços no sentido de aumentar a produção de olefinas leves. A refinaria, originalmente idealizada para a produção de combustíveis, tornou-se uma alternativa para a produção de insumos petroquímicos, permitindo a concepção de refinarias petroquímicas, que englobam a 1ª geração da cadeia produtiva petroquímica e que podem ou não estar integradas a um complexo de 2ª e 3ª gerações. Este trabalho estuda os esquemas de refino mais adequados à integração refino-petroquímica, dadas as características do petróleo brasileiro e as principais tecnologias utilizadas para a promoção desta integração. No Brasil, as características do óleo (Marlin - 19,2ªAPI) atuam como um desafio à concepção de uma refinaria petroquímica. Assim, processos de conversão profunda (hidrocraqueamento de resíduos e gasóleos, coqueamento retardado, FCC de resíduos) e de tratamento (hidrotratamento) também devem ser priorizados no esquema de refino, a fim de prover carga suficiente para o craqueamento. Portanto, a integração refino-petroquímica tem forte base lógica, porém demanda avanços tecnológicos que maximizem as frações leves a partir de óleos pesados como o Marlin. | ||
| 856 | 4 | 0 | _uhttp://biblioteca.iapg.org.ar/ArchivosAdjuntos/Oil&Gas_Rio_2006/IBP_1206.pdf |
| 942 |
_cCONGTP _2ddc |
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| 999 |
_c198316 _d198316 |
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