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SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE CHINA E ÍNDIA EM BUSCA DE SEGURANÇA ENERGÉTICA E SUAS CONSEQUÊNCIAS SOBRE O MERCADO DE PETRÓLEO

By: Description: 8 pOnline resources: Summary: O trabalho objetiva identificar as opções estratégicas adotadas por China e Índia na tentativa de assegurar a segurança de fornecimento de petróleo a suas economias em expansão. Mesmo com a predominância do carvão em suas matrizes energéticas, o artigo ressalta a predominância do petróleo na demanda incremental e a incapacidade do potencial de expansão de produção doméstica em atender este consumo. O autor se propõe a mostrar um novo ângulo destas políticas de China e Índia: as disparidades desta corrida energética, a relação que a mesma tem com a tendência de elevação dos custos de exploração e desenvolvimento e o inevitável confronto entre as grandes empresas de petróleo, as quais vêm repondo reservas através de fusões e aquisições ao invés de crescimento endógeno, e as crescentes aquisições das estatais chinesas e indianas. Adicionalmente, o artigo identifica o perfil dessas aquisições: a preferência por ativos já em produção e o pagamento de valores considerados acima do mercado quando levado em consideração o risco geopolítico. Em um contexto de mercado de altos preços e percepção de necessidade expansão de capacidade de produção, este perfil revela que o posicionamento de China e Índia adiciona pouco capital para novos investimentos, causando, outrossim, deslocamento dos investimentos das demais empresas. Por fim, destaca-se que a política de segurança energética desses países tem buscado soluções de oferta, não de demanda.
Item type: Congresos (trabajos presentados)
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Biblioteca virtual | (Browse shelf(Opens below)) Not for loan 200040904 | 20004090

O trabalho objetiva identificar as opções estratégicas adotadas por China e Índia na tentativa de assegurar a segurança de fornecimento de petróleo a suas economias em expansão. Mesmo com a predominância do carvão em suas matrizes energéticas, o artigo ressalta a predominância do petróleo na demanda incremental e a incapacidade do potencial de expansão de produção doméstica em atender este consumo. O autor se propõe a mostrar um novo ângulo destas políticas de China e Índia: as disparidades desta corrida energética, a relação que a mesma tem com a tendência de elevação dos custos de exploração e desenvolvimento e o inevitável confronto entre as grandes empresas de petróleo, as quais vêm repondo reservas através de fusões e aquisições ao invés de crescimento endógeno, e as crescentes aquisições das estatais chinesas e indianas. Adicionalmente, o artigo identifica o perfil dessas aquisições: a preferência por ativos já em produção e o pagamento de valores considerados acima do mercado quando levado em consideração o risco geopolítico. Em um contexto de mercado de altos preços e percepção de necessidade expansão de capacidade de produção, este perfil revela que o posicionamento de China e Índia adiciona pouco capital para novos investimentos, causando, outrossim, deslocamento dos investimentos das demais empresas. Por fim, destaca-se que a política de segurança energética desses países tem buscado soluções de oferta, não de demanda.



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