EMPILHAMENTO DE DADOS SÍSMICOS UTILIZANDO O MÉTODO CRS
Description: 8 pOnline resources: Summary: Como os reservatórios de hidrocarbonetos ocorrem normalmente em porções de bacias sedimentares que apresentam uma estrutura geológica complexa, a busca por métodos de imageamento da subsuperfície terrestre cada vez mais precisos tem sido de grande interesse da indústria petrolífera. A técnica CRS (Common Reflection Surface), criada no inicio deste século, é uma nova técnica de processamento de dados sísmicos que efetua o empilhamento dos dados sísmicos para simular seções de afastamento nulo (zero-offset) e tem como vantagem sobre as técnicas tradicionais que independe do macro modelo de velocidades. Neste trabalho apresentamos os empilhamentos CRS dos dados marinhos sintéticos do modelo Marmousi e dos dados terrestres reais de um modelo conhecido como Tacutu e comparamos os resultados com a técnica de empilhamento convencional CMP (Common Midpoint). Apresentamos também migrações em tempo, por mudança de fase, das seções empilhadas dos modelos Marmousi e Tacutu pelos métodos CMP e CRS. Concluímos que o empilhamento CRS, quando comparado ao empilhamento CMP, apresenta uma melhor qualidade de imagem e realça de maneira mais eficiente os eventos coerentes.| Current library | Call number | Status | Barcode | |
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| Biblioteca virtual | | (Browse shelf(Opens below)) | Not for loan | 200040836 | 20004083 |
Como os reservatórios de hidrocarbonetos ocorrem normalmente em porções de bacias sedimentares que apresentam uma estrutura geológica complexa, a busca por métodos de imageamento da subsuperfície terrestre cada vez mais precisos tem sido de grande interesse da indústria petrolífera. A técnica CRS (Common Reflection Surface), criada no inicio deste século, é uma nova técnica de processamento de dados sísmicos que efetua o empilhamento dos dados sísmicos para simular seções de afastamento nulo (zero-offset) e tem como vantagem sobre as técnicas tradicionais que independe do macro modelo de velocidades. Neste trabalho apresentamos os empilhamentos CRS dos dados marinhos sintéticos do modelo Marmousi e dos dados terrestres reais de um modelo conhecido como Tacutu e comparamos os resultados com a técnica de empilhamento convencional CMP (Common Midpoint). Apresentamos também migrações em tempo, por mudança de fase, das seções empilhadas dos modelos Marmousi e Tacutu pelos métodos CMP e CRS. Concluímos que o empilhamento CRS, quando comparado ao empilhamento CMP, apresenta uma melhor qualidade de imagem e realça de maneira mais eficiente os eventos coerentes.



