THE ROYALTIES AND THE ECONOMIC GROWTH IN THE MAT OF THE HYDRO-CARBONS THE CASE OF BASIN GASÍFERA OF SANTOS
Description: 9 pOnline resources: Summary: Este artigo é o resultado de processo de pesquisa no âmbito das recentes descobertas no segmento upstream de gás natural, na Bacia de Santos, região de Ilhabela. Analisa-se os impactos resultantes da distribuição das Participações Governamentais e de Terceiros aos municípios, na forma de royalties. Localizado numa área de 352 mil km 2 que vai do litoral dos estados do Rio de Janeiro até o de Santa Catarina, esta Bacia prevê investimentos de 18 bilhões de reais nos próximos 10 anos, e royalties de RS$ 50 milhões/ano. Estimativas dão conta, de que o Campo de Mexilhão, com capacidade de produção de 12,5 milhões de m 3 /dia, possui reservas provadas de aproximadamente 417 bilhões/m 3 – praticamente dez vezes mais que o Campo de Merluza, em Praia Grande, estação de gás natural do litoral Paulista. Por outro lado, a região Metropolitana da Baixada Santista, com seus 1,5 milhão de habitantes deverá capacitar-se para atender às demandas industriais de bens e serviços geradas pela atividade petrolífera. De fato, o primeiro passo já foi dado com a instalação da Unidade de Negócios da Bacia de Santos – e esta iniciativa representa a criação de empregos diretos e indiretos. Mas há a necessidade de implementação de um Plano Diretor, como instrumento de planejamento e logístico, que possa avaliar a infra-estrutura e adequar a necessidade de mão de obra para a indústria. Neste contexto, deve-se criar na região da Baixada Santista, mecanismos de interação Indústrias/Universidades, a partir da construção de Centros Tecnológicos, que irão elaborar programas de capacitação, na tentativa de capacitar esta mão de obra à nova realidade, sob pena de não se acompanhar o crescimento, estimulado pelo êxodo profissional, criando-se bolsões de miséria e pobreza.| Current library | Call number | Status | Barcode | |
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| Biblioteca virtual | | (Browse shelf(Opens below)) | Not for loan | 200040846 | 20004084 |
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Este artigo é o resultado de processo de pesquisa no âmbito das recentes descobertas no segmento upstream de gás natural, na Bacia de Santos, região de Ilhabela. Analisa-se os impactos resultantes da distribuição das Participações Governamentais e de Terceiros aos municípios, na forma de royalties. Localizado numa área de 352 mil km 2 que vai do litoral dos estados do Rio de Janeiro até o de Santa Catarina, esta Bacia prevê investimentos de 18 bilhões de reais nos próximos 10 anos, e royalties de RS$ 50 milhões/ano. Estimativas dão conta, de que o Campo de Mexilhão, com capacidade de produção de 12,5 milhões de m 3 /dia, possui reservas provadas de aproximadamente 417 bilhões/m 3 – praticamente dez vezes mais que o Campo de Merluza, em Praia Grande, estação de gás natural do litoral Paulista. Por outro lado, a região Metropolitana da Baixada Santista, com seus 1,5 milhão de habitantes deverá capacitar-se para atender às demandas industriais de bens e serviços geradas pela atividade petrolífera. De fato, o primeiro passo já foi dado com a instalação da Unidade de Negócios da Bacia de Santos – e esta iniciativa representa a criação de empregos diretos e indiretos. Mas há a necessidade de implementação de um Plano Diretor, como instrumento de planejamento e logístico, que possa avaliar a infra-estrutura e adequar a necessidade de mão de obra para a indústria. Neste contexto, deve-se criar na região da Baixada Santista, mecanismos de interação Indústrias/Universidades, a partir da construção de Centros Tecnológicos, que irão elaborar programas de capacitação, na tentativa de capacitar esta mão de obra à nova realidade, sob pena de não se acompanhar o crescimento, estimulado pelo êxodo profissional, criando-se bolsões de miséria e pobreza.



