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DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DE UMA REFINARIA PETROQUÍMICA NO BRASIL

By: Description: 7 pOnline resources: Summary: A demanda global por insumos petroquímicos, principalmente pelas olefinas leves (eteno e propeno), superou as rotas convencionais de suprimento ("Steam Cracker"). Assim, várias empresas de engenharia na área de petróleo optaram por direcionar esforços no sentido de aumentar a produção de olefinas leves. A refinaria, originalmente idealizada para a produção de combustíveis, tornou-se uma alternativa para a produção de insumos petroquímicos, permitindo a concepção de refinarias petroquímicas, que englobam a 1ª geração da cadeia produtiva petroquímica e que podem ou não estar integradas a um complexo de 2ª e 3ª gerações. Este trabalho estuda os esquemas de refino mais adequados à integração refino-petroquímica, dadas as características do petróleo brasileiro e as principais tecnologias utilizadas para a promoção desta integração. No Brasil, as características do óleo (Marlin - 19,2ªAPI) atuam como um desafio à concepção de uma refinaria petroquímica. Assim, processos de conversão profunda (hidrocraqueamento de resíduos e gasóleos, coqueamento retardado, FCC de resíduos) e de tratamento (hidrotratamento) também devem ser priorizados no esquema de refino, a fim de prover carga suficiente para o craqueamento. Portanto, a integração refino-petroquímica tem forte base lógica, porém demanda avanços tecnológicos que maximizem as frações leves a partir de óleos pesados como o Marlin.
Item type: Congresos (trabajos presentados)

A demanda global por insumos petroquímicos, principalmente pelas olefinas leves (eteno e propeno), superou as rotas convencionais de suprimento ("Steam Cracker"). Assim, várias empresas de engenharia na área de petróleo optaram por direcionar esforços no sentido de aumentar a produção de olefinas leves. A refinaria, originalmente idealizada para a produção de combustíveis, tornou-se uma alternativa para a produção de insumos petroquímicos, permitindo a concepção de refinarias petroquímicas, que englobam a 1ª geração da cadeia produtiva petroquímica e que podem ou não estar integradas a um complexo de 2ª e 3ª gerações. Este trabalho estuda os esquemas de refino mais adequados à integração refino-petroquímica, dadas as características do petróleo brasileiro e as principais tecnologias utilizadas para a promoção desta integração. No Brasil, as características do óleo (Marlin - 19,2ªAPI) atuam como um desafio à concepção de uma refinaria petroquímica. Assim, processos de conversão profunda (hidrocraqueamento de resíduos e gasóleos, coqueamento retardado, FCC de resíduos) e de tratamento (hidrotratamento) também devem ser priorizados no esquema de refino, a fim de prover carga suficiente para o craqueamento. Portanto, a integração refino-petroquímica tem forte base lógica, porém demanda avanços tecnológicos que maximizem as frações leves a partir de óleos pesados como o Marlin.



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