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THE DESTINATION OF THE PRODUCTIVE EXCESS IN THE SEGMENT OF E&P OF HYDRO-CARBONS IN BRAZIL AND THE MODEL OF MARKET

By: Description: 7 pOnline resources: Summary: Ao longo dos anos, a industria petrolífera no Brasil vem se desenvolvendo. Neste contexto, a partir do ordenamento legal (Lei do Petróleo), com a abertura do mercado aos investimentos privados, o país passou a trabalhar com as perspectivas de auto-suficiência produtiva em petróleo. De fato acredita-se hoje que as condições de continuidade deste crescimento estejam estabelecidas, quais sejam: reservas provadas e conhecidas em nível de produtividade, parque industrial competitivo, mão de obra qualificada e sustentabilidade política e econômica das empresas que sobrevivem do setor. A abordagem deste tema, então, passa pela preocupação com o ponto de equilíbrio, a partir da concepção de uma economia visivelmente de mercado, onde a capacidade da oferta se situa no limite da demanda interna, mesmo considerando-se a importância de se preservar um recurso não renovável e de ciclo finito. Por conta disso desenvolveu-se mecanismos que permitem mensurar os impactos macroeconômicos e as tendências gerais da E&P de petróleo, a partir da globalização da economia dos países industrializados e emergentes, como é o caso do Brasil. Por outro lado, no presente artigo deixa-se transparecer toda uma inquietação, quanto a ausência de regras claras e bem definidas, que a todos esclareça, qual política deve ser adotada, quanto ao destino deste excedente produtivo. De tal sorte que as projeções do "peak oil", ou ponto máximo da produção mundial, previsto para meados de 2010-2015, não estabeleça um divisor de ações, que implique em uma desaceleração das atividades do setor petrolífero e conseqüente retração da economia brasileira.
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Biblioteca virtual | (Browse shelf(Opens below)) Not for loan 200040783 | 20004078

Ao longo dos anos, a industria petrolífera no Brasil vem se desenvolvendo. Neste contexto, a partir do ordenamento legal (Lei do Petróleo), com a abertura do mercado aos investimentos privados, o país passou a trabalhar com as perspectivas de auto-suficiência produtiva em petróleo. De fato acredita-se hoje que as condições de continuidade deste crescimento estejam estabelecidas, quais sejam: reservas provadas e conhecidas em nível de produtividade, parque industrial competitivo, mão de obra qualificada e sustentabilidade política e econômica das empresas que sobrevivem do setor. A abordagem deste tema, então, passa pela preocupação com o ponto de equilíbrio, a partir da concepção de uma economia visivelmente de mercado, onde a capacidade da oferta se situa no limite da demanda interna, mesmo considerando-se a importância de se preservar um recurso não renovável e de ciclo finito. Por conta disso desenvolveu-se mecanismos que permitem mensurar os impactos macroeconômicos e as tendências gerais da E&P de petróleo, a partir da globalização da economia dos países industrializados e emergentes, como é o caso do Brasil. Por outro lado, no presente artigo deixa-se transparecer toda uma inquietação, quanto a ausência de regras claras e bem definidas, que a todos esclareça, qual política deve ser adotada, quanto ao destino deste excedente produtivo. De tal sorte que as projeções do "peak oil", ou ponto máximo da produção mundial, previsto para meados de 2010-2015, não estabeleça um divisor de ações, que implique em uma desaceleração das atividades do setor petrolífero e conseqüente retração da economia brasileira.



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