O DESAFIO DA INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA SUL-AMERICANA
Description: 6 pOnline resources: Summary: Integração é feita de trocas. Estas trocas permitem a interação entre os povos e seus recursos. É através dessas trocas que se equilibram a oferta excessiva de uns com a demanda reprimida de outros. Dessa forma, o desafio da integração latino-americana tem que partir sem dúvida alguma de uma integração física que faça com que pessoas e recursos possam ir e vir contribuindo assim para a efetivação das trocas com a concretização de um mercado comum. Mais do que isso, a integração física deve partir não só da construção de infra-estrutura logística, mas também energética, cujos insumos sejam aproveitados para garantir o crescimento regional. Sendo assim, tais investimentos devem capitanear qualquer esforço para a integração regional. No entanto, na América do Sul, estados apresentam uma considerável divergência em relação a seus planos de desenvolvimento. E se o nível de consumo de energia per capta pode ser considerado um índice de mensuração de desenvolvimento da população, então os planos para uma integração devem também passar pela busca da harmonização do desenvolvimento regional. Para que isso ocorra é necessário que haja um planejamento de longo prazo, com disponibilidade de dados que representem de fato a realidade para diminuir o risco desses investimentos.| Current library | Status | Barcode | |
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| Biblioteca virtual | Not for loan | 200040861 |
Integração é feita de trocas. Estas trocas permitem a interação entre os povos e seus recursos. É através dessas trocas que se equilibram a oferta excessiva de uns com a demanda reprimida de outros. Dessa forma, o desafio da integração latino-americana tem que partir sem dúvida alguma de uma integração física que faça com que pessoas e recursos possam ir e vir contribuindo assim para a efetivação das trocas com a concretização de um mercado comum. Mais do que isso, a integração física deve partir não só da construção de infra-estrutura logística, mas também energética, cujos insumos sejam aproveitados para garantir o crescimento regional. Sendo assim, tais investimentos devem capitanear qualquer esforço para a integração regional. No entanto, na América do Sul, estados apresentam uma considerável divergência em relação a seus planos de desenvolvimento. E se o nível de consumo de energia per capta pode ser considerado um índice de mensuração de desenvolvimento da população, então os planos para uma integração devem também passar pela busca da harmonização do desenvolvimento regional. Para que isso ocorra é necessário que haja um planejamento de longo prazo, com disponibilidade de dados que representem de fato a realidade para diminuir o risco desses investimentos.



