PERSPECTIVAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL NAS PRÓXIMAS DÉCADAS: SIMULAÇÃO DE CENÁRIOS A PARTIR DE UM MODELO DE HUBBERT
Description: 8 pOnline resources: Summary: Este artigo simula a produção futura de petróleo no Brasil a partir da modelagem de Hubbert, considerando diferentes probabilidades de adição de reservas. Analisa porque a formulação de Hubbert é mais apropriada para o caso brasileiro do que a de Hotelling, destacando os efeitos associados de informação e depleção para a evolução temporal das descobertas acumuladas. As curvas de produção de petróleo para o Brasil indicaram picos de produção com defasagem de mais de 15 anos, conforme se evoluiu de reservas com 75% de certeza (pico de 3,27 Mbpd em 2020) para reservas com 50% (pico de 3,28 Mbpd em 2028) e 30% de certeza (pico de 3,88 Mbpd em 2036). Estes resultados mostram que, frente o ainda reduzido número de poços perfurados por descoberta acumulada, o Brasil está na fase em que os efeitos de informação sobre a adição de reserva parecem ser maiores do que os efeitos de depleção. É uma característica de áreas de fronteira como o Brasil, que indica também a necessidade de o esforço exploratório ser contínuo.| Current library | Status | Barcode | |
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| Biblioteca virtual | Not for loan | 200040745 |
Este artigo simula a produção futura de petróleo no Brasil a partir da modelagem de Hubbert, considerando diferentes probabilidades de adição de reservas. Analisa porque a formulação de Hubbert é mais apropriada para o caso brasileiro do que a de Hotelling, destacando os efeitos associados de informação e depleção para a evolução temporal das descobertas acumuladas. As curvas de produção de petróleo para o Brasil indicaram picos de produção com defasagem de mais de 15 anos, conforme se evoluiu de reservas com 75% de certeza (pico de 3,27 Mbpd em 2020) para reservas com 50% (pico de 3,28 Mbpd em 2028) e 30% de certeza (pico de 3,88 Mbpd em 2036). Estes resultados mostram que, frente o ainda reduzido número de poços perfurados por descoberta acumulada, o Brasil está na fase em que os efeitos de informação sobre a adição de reserva parecem ser maiores do que os efeitos de depleção. É uma característica de áreas de fronteira como o Brasil, que indica também a necessidade de o esforço exploratório ser contínuo.



